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Incêndio na boate Kiss volta à tona: julgamento dos réus

homem tocando música na boate para remeter à tragédia de incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, RS

Nos últimos dias, os noticiários estão relembrando o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Na semana passada, houve o júri popular dos envolvidos na morte de 242 pessoas e deixou 636 feridas, em 27 de janeiro de 2013.

O júri popular foi em Porto Alegre. O caso levanta o alerta para a importância da instalação de um sistema de detecção de incêndio. Ou seja, de uma central de alarme que funcione efetivamente

Neste artigo, entenda o que é preciso para garantir segurança contra incêndios em lugares fechados. Além disso, saiba os motivos que mostram a necessidade de ter e dar manutenção aos dispositivos de proteção e alerta de incêndio.

A condenação dos envolvidos pelo incêndio na boate Kiss

Os quatro réus acusados pelo incêndio que matou 242 pessoas dentro da boate em Santa Maria foram sentenciados pelo juiz Orlando Faccini Neto, do Rio Grande do Sul. Segundo a CNN Brasil, as condenações valeriam a partir do anúncio do juiz. Mas, o caso segue sem uma definição.

O desembargador Manuel José Martinez Lucas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), concedeu um habeas corpus preventivo a um dos réus. Isto é, o documento valia para os demais presos.

Este documento impedia o cumprimento imediato das penas que foram de 22 anos e 6 meses de reclusão para Elissandro Callegaro Spohr, um dos sócios da boate Kiss. Pena de 19 anos e 6 meses de reclusão para Mauro Londero Hoffmann, para o outro sócio.

Além disso, o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, teve pena de 18 anos de reclusão. E a mesma condenação foi para Luciano Bonilha Leão, auxiliar da banda.

Quatro condenações

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a prisão dos condenados pelo incêndio da Boate Kiss, na terça-feira, dia 14.

No entanto, o resultado do julgamento da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça sobre o habeas corpus em favor dos condenados em tribunal de júri, deveria ser publicada apenas na sexta, 17.

De acordo com o TJ-RS, a sessão ainda não tinha sido concluída, porque faltava o voto de um dos desembargadores, que ainda está analisando o caso.

Ainda de acordo com a CNN Brasil, na noite de quinta, dia 16, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, decidiu pela manutenção da prisão dos condenados pelo incêndio na boate Kiss.

O parecer foi para sustar a eventual concessão de habeas corpus em favor dos quatros réus condenados pela tragédia.

O drama das vítimas para saírem durante o incêndio na boate Kiss

Vítimas que sobreviveram ao incêndio na boate Kiss, como o engenheiro de segurança, Emanuel Pastl, de 27 anos, aponta algumas falhas no local do incêndio, por exemplo:

  • saída única de emergência;

  • falta de percepção do risco de se fazer um show pirotécnico em local fechado;

  • material inadequado para isolamento acústico;

  • extintor despressurizado;

  • ausência de alarme de incêndio;

  • sistema de distribuição de ar carregando a fumaça para onde as pessoas saíam;

  • carência de sinalização de emergência indicando a saída do local.

Essas informações foram repassadas durante uma entrevista do Emanuel para a reportagem do G1.

Dessa forma, podemos ver como a iluminação de emergência teria papel de suma importância para mostrar a saída aos jovens que estavam dentro da boate.

A importância da iluminação de emergência

Segundo os relatos dos sobreviventes, o centro de distribuição de energia caiu, deixando o local escuro. Consequentemente, a iluminação de emergência não funcionou.

Houve outra situação que agravou a saída turbulenta dos jovens, durante o incêndio na boate Kiss. A confusão com a claridade que vinha através da janela do banheiro. Isso confundiu quem foi para o banheiro atrás de uma saída alternativa.

Por outro lado, a iluminação de emergência é fundamental em caso de explosões, incêndios, curtos-circuitos, panes no elevador ou falta de energia elétrica, entre outras situações.

E, mais importante do que tudo isso, a luz de emergência serve para indicar rotas de fuga em casos de emergência para evacuação do local.

Em resumo, os especialistas em elaboração de projetos de prevenção contra incêndio orientam a instalação das luzes de emergência em pontos estratégicos. Por exemplo em escadas, corredores, adegas, salões de eventos, estacionamentos e muito outros locais.

Ausência de alarme de incêndio na boate Kiss

Outro fator que chamou a atenção das vítimas é não ter um alarme de incêndio. Algumas pessoas pensaram que era briga, quando na realidade o local estava pegando fogo.

Existem, por exemplo, sensores de gás, sensores de fumaça, sensor termovelocimétrico, sensor de fumaça contato seco e vários outros dispositivos que poderiam ter ajudado a minimizar os efeitos dessa tragédia.

Um acionador manual com sirene já faria a diferença para evacuação das pessoas na boate. O acionamento deste dispositivo é feito pelo botão NA ou quebra vidro, sirene embutida. Ele é acionado acionado em caso de ocorrência de incêndio.

Isto é, quando acionado, o dispositivo envia um sinal para a central de alarme de incêndio gerando o sue disparo.

Este equipamento possui placa opcional de saúde auxiliar para a sirene externa. Sendo assim, isso ajudaria bastante no caso do incêndio da boate Kiss.

Ou seja, ele avisaria quem tivesse passando do lado de fora sobre a situação de emergência que estava ocorrendo dentro da boate. Além disso, o plug de acionamento da central permite o disparo geral de qualquer acionador do sistema.

Sensor de fumaça é fundamental para situações de emergência

sensor de fumaça linear

Outro dispositivo de extrema importância é o sensor de fumaça, por exemplo. Este é linear e ele monitora via feixe de luz elevados níveis de fumaça nos ambientes residências e comerciais.

Além disso, possui um emissor e um refletor. Consequentemente, ele é ligado nas centrais de incêndio Sécurité através do módulo de endereçamento.

Prevenção e segurança contra incêndio

Atualmente, além de ser engenheiro de segurança e atuar na segurança contra incêndios, Emanuel Pastl, contribui com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaborando protocolos e palestrando sobre o assunto como técnico e sobrevivente da tragédia da boate Kiss.

Aliás, por falar em ABNT, ela orienta quais são os dispositivos necessários para alertarem uma situação de incêndio. São eles: central de alarme de incêndio, detector de temperatura ou fumaça, acionador manual, sinalizador audiovisual e cabos blindados.

Recentemente, explicamos em nosso Blog sobre o por quê de se ter um sistema de detecção de incêndio. Sendo assim, vale a pena complementar sua leitura com este artigo bastante instrutivo.

A Sécurité tem os equipamentos eletrônicos mais modernos em proteção e alarme contra incêndio. Além disso, acumula experiência não só na produção desses equipamentos, como também em serviços de vistorias e manutenção. Conheça nossos produtos.

Se precisar de ajuda ou tiver alguma dúvida na instalação, entre em contato com um dos nossos consultores.

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Por que ter um sistema de detecção de incêndio?

Sistema de detecção de incêndio vermelho instalado na parede

Os sistemas de detecção ajudam a controlar as chamas e combater incêndios em diversos lugares. Saiba o por quê é importante ter um sistema deste em sua empresa

A prevenção de acidentes com fogo envolve alguns itens essenciais. Mas, você pode se questionar por quê ter um sistema de detecção de incêndio? Ele vai ser o principal aviso em caso de incêndios, seja em sua residência ou empresa.

Em edifícios comerciais, condomínios, empresas e indústrias, por exemplo, este sistema de alarme é exigido por norma regulamentadora. Essa norma contém regras e medidas de prevenção a incêndios.

Saiba no artigo abaixo o por quê instalar e o quanto é importante ter um sistema para combate a incêndios. Além disso, saiba como ele pode servir de aliado na redução de riscos.

Sistemas de detecção de incêndio convencional e endereçável

O sistema de detecção de incêndio é um tipo de sistema composto por vários equipamentos e dispositivos. Eles são eficientes e capazes de identificar qualquer princípio de incêndio.

Além disso, também auxiliam na prevenção a incêndio e no controle das chamas, caso o incêndio já tenha começado.

Você já deve ter ouvido falar que existem os sistemas convencionais e os endereçáveis. São bem parecidos, mas alguns recursos são diferentes.

O convencional é composto por uma central com cabos que ligam os botões de alarme. Ele pode ser instalado de acordo com as necessidades de cada lugar.

É mais simples do que o endereçável, pois não exige separação por áreas de zoneamento.

Já o endereçável precisa dessa separação. Ele tem mais componentes, além dos botões de alarme, como os detectores de fumaça, de temperatura, entre outros.

O que constitui um sistema de detecção de incêndio?

Para ter um sistema de detecção de incêndio, o primeiro passo é elaborar um projeto. Ele será o norteador da instalação com a ajuda de um profissional especializado, engenheiro ou arquiteto.

Em seguida, ele tem que ser aprovado pelo Corpo de Bombeiros, órgão fiscalizador das normas técnicas reguladoras de combate a incêndios vigentes no Brasil.

Mesmo com a diversidade de projetos, convencional ou endereçável, eles contém os mesmos itens que uma situação de incêndio deve exigir para o combate das chamas.

Dessa forma, o Corpo de Bombeiros faz a verificação do projeto periodicamente e emite um laudo, chamado Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. Antes disso, é preciso elaborar o Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios (PPCI).

Para ter uma padronização, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estipulou os equipamentos necessários para um sistema completo, conforme a NBR 17240.

  • Central de alarme de incêndio

  • Detector de temperatura ou fumaça

  • Acionador manual

  • Sinalizador audiovisual

  • Cabos blindados

Mas, você sabe para que serve cada um deles?

A dúvida pode ser simples, mas não deixa de existir. É muito comum surgir vários questionamentos na hora de comprar o sistema de detecção de incêndio. Principalmente, se for para uso exclusivo de empresas ou condomínios.

Central de alarme de incêndio

A central de alarme de incêndio é onde as informações dos acionadores e detectores estão armazenadas. Dessa forma, quando houver um princípio de incêndio, as informações são processadas e o sistema ativado.

A central funciona como uma espécie de vigilante 24 horas. Além disso, consegue detectar sinais de incêndio em qualquer área da sua empresa, por exemplo.

Vale lembrar que existem as centrais convencionais, que vão indicar apenas onde o fogo está localizado.

E, como já falamos, há também as centrais endereçáveis. Elas identificam o foco de incêndio e o dispositivo acionado.

Detector de temperatura e fumaça

O detector de temperatura ou fumaça são dispositivos imprescindíveis, pois são eles que reconhecem quaisquer indício de fogo logo no começo. Sabe por que eles são tão eficientes assim?

Porque conseguem detectar através de particulas de fumaça produzida por alguma combustão. E o detector de tempertura quando identifica o calor das chamas, aciona o alarme a uma determinada temperatura.

Acionador manual

O acionador manual, também chamado de acionador manual endereçável, tem um papel importantíssimo também. Ele direciona o alarme para as centrais. E, automaticamente, envia um sinal para informar o local do foco de incêndio.

A sinalização é feita por LED’s e alarmes. Se o LED estiver na cor verde é sinal que está em funcionamento. Se estiver na cor vermelha é sinal de fogo e alarme.

Sinalizador audiovisual

O próprio nome deste dispositivo já diz que ele tem dois recursos essenciais, o audiovisual. Ele indica as condições do local em chamas para as pessoas evacuarem a área.

Além disso, ele emite um sinal sonoro e uma luz vermelha. Esses recursos facilitam no combate às chamas. Mas, também existem sinalizadores que possuem somente alertas sonoros ou visuais.

É importante ressaltar que a escolha do sinalizador depende da área onde ele será instalado. Lógico, seguindo sempre as recomendações do profissional que estiver fazendo o projeto.

Cabos blindados

Os cabos blindados são cabos com uma proteção que impede qualquer interferência externa. Ou seja, eles possuem blindagem. Se não tiverem blindagem, vão precisar ser instalados em eletrodutos metálicos.

Por outro lado, eles podem ser instalados também em calhas ou bandejamentos metálicos fechados. Esse modo é feito exclusivamente para o sistema de detecção de incêndio.

É mais barato investir na prevenção do que na reconstrução

Não é demais dizer que é muito mais barato você investir na prevenção. Como? De um lado você estará adquirindo dispositivos de alarme de incêndio. Por outro, não vai precisar gastar com a reconstrução após um incêndio.

Em síntese, os gastos com a restauração dos danos após um incêndio são volumosos. Consequentemente, você terá que arcar com esses gastos. Em seguida, vai ter que instalar ainda dispositivos de alarme de incêndio para evitar que isso ocorra novamente.

Sem dúvida, o investimento que você fizer vai ter recompensa. Você terá a garantia de que se houver algum foco de incêndio, a central de detecção vai informar o local e o dispositivo acionado.

Além disso, em nosso Blog você encontra um artigo trazendo 5 dicas para evitar incêndios na sua empresa.

Já escolheu o seu sistema de detecção de incêndio? Está em dúvida ou não sabe qual é o melhor para a sua empresa?

Aproveite o final do ano para planejar ações de prevenção na sua empresa e no seu condomínio! Entre em contato com um dos nossos consultores.

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5 dicas para evitar incêndios na sua empresa

Homem trabalhando com solda e tomando cuidados para evitar incêndios na sua empresa

Prever situações de risco pode contribuir para evitar incêndios na sua empresa, residência ou local de trabalho. Nenhuma empresa está livre dos riscos de incêndios. Mas, selecionamos, pelo menos, 5 dicas para evitar incêndios na sua empresa.

Algumas empresas e indústrias, por trabalharem com produtos inflamáveis, têm maior risco. Por isso, queremos te mostrar essas dicas para que não ocorra incêndios na sua empresa.

Independentemente do grau de um incêndio ocorrer, todas devem seguir a legislação. Consequentemente, instalar equipamentos de proteção contra incêndio.

Em síntese, nosso principal objetivo neste artigo é mostrar como é importante estar sempre atento aos possíveis acidentes. Isto é, em como poder evitá-los em qualquer setor da sua empresa.

Principais causas de incêndios

Às vezes, pequenos artifícios podem nos trazer grandes prejuízos. Fumar em locais onde há produtos inflamáveis é um risco alto.

É preciso tomar cuidado nesses ambientes com produtos químicos sensíveis à combustão.

Uma binga de cigarro, por exemplo, pode provocar um foco de incêndio. Em consequência disso, pode se espalhar para outras partes da empresa.

Como evitar incêndios na sua empresa?

Os incêndios podem acontecer por diversos motivos. Eles podem ocorrer desde os incêndios domésticos aos mais graves em grandes indústrias.

Entre as principais causas podemos destacar as falhas humanas. Além disso, podem ocorrer devido a descargas elétricas ou sobrecarga nas instalações elétricas.

Podem ocorrer também por falta de equipamentos de combate ao fogo. Entretanto, podem ser causados por armazenamento inadequado de produtos inflamáveis.

Por isso, vamos falar 5 dicas para evitar incêndios na sua empresa. E com isso garantir um ambiente mais seguro para você e seus colaboradores.

5 dicas para evitar incêndios na sua empresa

1) Identifique os produtos químicos da sua empresa

Alguns acidentes ocorrem em locais onde há concentração de produtos químicos. Evitar incêndio não é apenas evitar contato com fogo. Muitas vezes, não há fogo, mas há produtos que são inflamáveis e podem gerar combustão.

Conhecer os produtos e saber quais são as suas reações é o primeiro passo para evitar incêndios.

Isso funciona também para eles terem o armazenamento adequado. E, dessa forma, evitarem tragédias.

2) A importância de desobstruir rotas de fuga

A sinalização é extremamente fundamental para indicar rotas de fuga. A comunicação através das placas de sinalização pode salvar vidas em caso de incêndio.

Por isso, é importante desobstruir rotas de fuga e vias de acesso a locais de saída. Em alguns shoppings, estacionamentos, por exemplo, tem placas de sinalização escritas “Saídas de Emergência”.

Pegou fogo em algum lugar ou algum equipamento? Lembre-se da sinalização que vai te indicar vias de acesso a corredores, escadas ou passagens de emergência. Ou seja, as vias que vão te ajudar a sair do local do incêndio.

3) Cuidados com a rede elétrica

A rede elétrica pode ser o princípio de um incêndio, através de um curto circuito, por exemplo. Consequentemente, é imprescindível fazer a manutenção da rede, verificar se a fiação está segura.

Por outro lado, evite fazer os famosos “gatos” com os fios. E, principalmente, evite sobrecarregar uma tomada ou extensão com vários aparelhos ligados ao mesmo tempo.

Além disso, evite o uso de benjamins e extensões elétricas como forma de prevenção a incêndio.

4) Siga as medidas preventivas da NR-23

Existe uma Norma Regulamentadora de Proteção contra incêndio, a NR-23, publicada em 8 de junho de 1978. Ela foi originalmente editada pela Portaria MTb nº 3.214. Mais tarde, passou por algumas revisões.

As medidas preventivas apontadas na NR-23 são regras de segurança e saúde no trabalho. Todas essas medidas estão previstas no art.200 da CLT.

Esta norma regulamentadora dispõe sobre a proteção contra incêndio. E também sobre quais ações preventivas contra incêndio você deve tomar até a chegada do Corpo de Bombeiros. Ou seja, quando estiver em situações de incêndio.

Nesta norma, também há orientações, por exemplo, relacionadas aos trabalhadores e às saídas de emergência. Toda empresa deve seguir a NR-23 para evitar incêndios e manter a proteção dos seus colaboradores e do seu patrimônio.

5) Mantenha os equipamentos em dia

Se sua empresa possui todos os equipamentos necessários para evitar incêndios, é hora de verificar o funcionamento deles.

É fundamental estar alinhado com a manutenção dos alarmes de incêndio. Para isso, você precisa observar se as luzes de emergência estão acendendo corretamente. E conferir se as centrais de alarme estão com todos os dispositivos funcionando.

Se você ainda não instalou os equipamentos necessários para evitar incêndios confira os principais motivos para fazer isso a partir de hoje!

Colocando essas dicas em prática você vai proteger a sua vida, a dos seus colaboradores e fornecedores. Por outro lado, ajuda também a proteger quem mais estiver em circulação nos departamentos da sua empresa.

A Sécurité trabalha há mais de 45 anos oferecendo serviços e execução de projetos. Além disso, fazemos manutenção de equipamentos de alarme de incêndio.

Além disso, fornece equipamentos exclusivos de segurança eletrônica na área de prevenção e segurança contra incêndio.

Contamos com uma equipe que cria um relacionamento de confiança e transparência com você. Pois um dos nossos principais objetivos é ter agilidade e comprometimento em nossa parceria.

Sem dúvida, a nossa maior alegria é saber que nossos produtos salvam vidas! Nossos equipamentos para evitar incêndios ajudam a prevenir e trazem segurança para você e sua família. Além disso, também protege o seu patrimônio.

Vale ressaltar que nossos serviços são disponibilizados para todos os tipos de empresas. E fazemos treinamentos com conscientização de trabalho ético com responsabilidade.

Conheça nossos produtos e serviços. Fale com um dos nossos consultores para ter mais informações e entender quais das soluções se encaixam melhor nas necessidades da sua empresa.

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Saiba onde instalar sua iluminação de emergência

luz indicando uma saída de emergência

Ao instalar a iluminação de emergência em sua empresa você deve ficar atento a alguns detalhes importantes. Você deve escolher os pontos de iluminação estrategicamente para facilitar na hora de emitir um alarme de emergência.

A iluminação de emergência também é conhecida como luz de emergência. Ela ilumina ambientes de circulação na horizontal e na vertical. O ideal é que a iluminação seja suficiente para evitar acidentes e permitir a evacuação, se necessário, das áreas de risco ou falta de energia, por exemplo.

O sistema de iluminação de emergência tem uma bateria interna recarregável e pode ter lâmpadas fluorescentes ou de LED, que aliás é a mais recomendada por ser mais durável e econômica.

A luminária fica conectada na tomada, sendo carregada, e em caso de interrupção de energia, ela automaticamente acende.

Entenda agora em quais pontos você deve instalar o seu sistema de iluminação de emergência para garantir maior segurança na sua empresa ou na sua residência.

Iluminação de emergência: para que serve?

Sabemos que a iluminação de emergência ajuda a proteger a vida das pessoas e facilita a ação de salvamento do Corpo de Bombeiro. Em quais situações, você deve estar se perguntando?

Em acidentes como incêndios, explosões, curtos-circuitos, assim como em caso de problemas com o elevador, em caso de queda de energia elétrica, entre outras situações.

Outra importante função deste sistema é que ele possibilita o controle visual de áreas abandonadas para localização e remoção de pessoas feridas.

Além disso, este sistema também é bastante útil para iluminar para garantir a segurança patrimonial de residências, empresa, indústrias, equipamentos, maquinário etc.

E, sem dúvida, como o próprio nome já diz, a luz de emergência serve para indicar rotas de fuga em casos de emergência para evacuação do local.

O ideal é instalar o sistema em corredores, escadas, no quarto das crianças ou de idosos, na cabeceira da cama, na dispensa ou adega. Indicada também para áreas externas como estacionamentos, piscinas ou jardins.

Lembrando sempre que a luz de emergência serve para iluminar. Verifique em quais locais em sua residência há falta de iluminação e propensão a riscos ou acidentes. Esses pontos também vão ajudar a indicar onde devem estar a iluminação adequada.

Em locais comerciais também ela é bastante útil. Por exemplo, em shoppings, academias, vestiários, clubes, cinemas, salões de festa, escadarias internas, escolas, áreas comuns em condomínios, prédios comerciais, escritórios, hospitais, entre outros.

Instalação em conformidade com as normas técnicas

As luminárias de emergência deve atender às normas da ABNT NBR 10.898:2013. Antes de mais nada, você deverá solicitar um projeto de instalação desse sistema a um profissional qualificado, engenheiro ou arquiteto. Para, em sequência, aprovar junto ao Corpo de Bombeiros.

Em seguida, será a etapa de instalação, após o projeto ser aprovado. Dessa forma, é preciso verificar se as normas da NBR 10.898 estão sendo seguidas.

Iluminação de aclaramento

A iluminação de aclaramento tem a função de distribuir a luminosidade mínima de três pisos em locais onde não há obstáculos, como escadas, paredes ou divisórias, por exemplo. E, cinco pisos em caso de obstáculos e escadarias .

Iluminação de balizamento

Já a iluminação de balizamento funciona como indicação de rotas de fugas, direcionando as pessoas para locais de saídas o mais rápido possível e de forma acessível, preferencialmente. Ou seja, o interessante é que haja um fluxo luminoso sincronizado em direção a saídas para o exterior da área de perigo.

Nesse caso, vale levar em consideração, a adequação da intensidade da iluminação. Observe esse ponto para que ela seja notada por todos em caso de emergências. E, se houver necessidade trocar de lâmpada regularmente ou o tipo de luminária adequada ao ambiente.

A intensidade da iluminação pode ser mínima e máxima. Assim, a carga vai ser mais ou menos consumida dependendo da seleção de nível realizada.

Especialistas explicam que para distribuição dos pontos de balizamento vale observar as mudanças de direção, a distância máxima de 15 metros entre equipamentos e a altura da instalação.

Já os pontos para as fontes luminosas de aclaramento devem estar em ambientes amplos e corredores. Sendo assim, esse cálculo leva em consideração a altura de instalação de um ponto de luz a outro. A distância máxima deve ser de quatro vezes a altura.

Distribuição de blocos autônomos

Vale considerar que a NBR 10.898:2013 define também as necessidades de cada tipo de sistema. Os blocos autônomos são distribuídos nos pontos determinados e alimentados pelo circuito com a tensão 110V ou 220V, afim de manter a bateria em carga e flutuação.

Na falta da energia local, os blocos autônomos iluminam o ambiente. Já no sistema centralizado, a central sente a falta da energia da rede local e alimenta as luminárias com a tensão estipulada não superior a 30V.

A luz de emergência nas residências, por exemplo, pode ser facilmente instalada em blocos autônomos. A durabilidade é em média seis horas, dependendo da opção de lâmpada escolhida e outros ajustes determinados pelo usuário.

Segurança e qualidade em iluminação de emergência

A eficiência o sistema de iluminação de emergência vai depender da qualidade do produto adquirido no mercado. Há muitas marcas e diferentes modelos. Primeiramente, para ser mais assertivo, você deve levar em conta a escolha de um profissional qualificado para elaborar um projeto que atenda às normas técnicas.

Logo depois, você deve ficar atento à aprovação com o Corpo de Bombeiros para dar andamento ao processo de instalação do seu sistema de luminárias de emergência.

Pioneira na fabricação de sistemas em LED, com um know-how de mais de 45 anos de experiência em sistemas de prevenção contra incêndio, a Sécurité fornece equipamentos exclusivos de segurança eletrônica na área de prevenção e segurança contra incêndio.

Em caso de dúvida, fale com um dos nossos consultores para explicar melhor como funcionam nossos sistemas de iluminação de emergência.

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4 motivos para instalar um sistema de proteção contra incêndio

Homens trabalham no combate ao incêndio

A melhor maneira de combater incêndio é prevenindo-o. Quer saber como? Queremos te mostrar 4 motivos para instalar a proteção ideal contra incêndio utilizando um sistema de prevenção e combate a incêndio.

A instalação de um sistema de proteção contra incêndio é uma das primeiras formas de combater o fogo. Pois juntamente com outros sistemas de prevenção, evita que o incêndio tome grandes proporções, salva vidas e preserva o seu patrimônio.

Antes de mais nada, é necessário explicar como funciona a central de alarme e como ela pode ser estruturada. Saiba agora quais são os 4 motivos para ter uma central de alarme de incêndio em sua empresa ou em sua residência. Confira!

O que é um sistema de prevenção a incêndio?

O sistema de alarme de incêndio é um conjunto de equipamentos de combate com dispositivos sonoros e visuais.

Esses equipamentos funcionam como acionadores, alertadores e detectores de fumaça, ou seja, quando a central recebe o acionamento ele dispara o alarme em todas as sirenes instaladas no sistema.

Confira agora quais são os 4 motivos pelos quais você deve instalar um sistema de prevenção a incêndio.

1) Agilidade na hora do socorro

Com os dispositivos acionados através de uma central de alarme, é possível identificar o princípio de incêndio rapidamente. Dessa forma, torna-se mais fácil chamar o corpo de Bombeiros e as equipes de brigadistas.

Consequentemente é mais ágil o processo de salvamento e resgate de pessoas em perigo. E, principalmente, o processo de extinção do fogo.

Muitas pessoas não sabem. Mas, este é o papel da central de alarme: avisar, chamar a atenção e dar sinal de que medidas de urgência para conter o fogo precisam ser tomadas.

2) Maior garantia de segurança

Garantir a segurança das pessoas em qualquer ambiente particular é responsabilidade da empresa. Em caso de uma residência, é responsabilidade dos proprietários, se houver algum acidente, a responsabilidade pelo prestador de serviço, por exemplo.

Por isso, é importante destacar que a central de alarme de incêndio é exigida pela lei NBR 17240/2010 em ambientes com área acima de 750m². O ideal é que ela seja instalada lugares como:

  • prédios comerciais e industriais;
  • condomínios residenciais;
  • hotéis;
  • oficinas mecânicas;
  • lojas comerciais;
  • postos de combustível;
  • salas de informática, máquinas e equipamentos;
  • academias e outros locais.

Ou seja, o objetivo de se instalar uma central de alarme é, justamente, garantir maior segurança em espaços de grande circulação de pessoas, seja em horários comerciais ou não.

3) Automação de dispositivos

A central de alarme também é um acesso inteligente para quem precisa abrir e automatizar dispositivos, como, por exemplo, detectores, portas corta-fogo, ventiladores, exaustores e catracas.

Só para exemplificar, o detector identifica a presença de fumaça, calor ou chama e envia um sinal para a central.

Por outro lado, os sinalizadores, são equipamentos que enviam sinais de alerta para os dispositivos de sinalização sonoros e visuais, como as sirenes e luzes de emergência.

E os módulos de controle e automação fazem a automatização de ventiladores, exaustores, catracas e portas corta-fogo. Servem também para monitorar outros dispositivos da central.

4) Utilidade dos equipamentos

Uma dos principais objetivos da Associação Brasileira de Proteção Passiva é justamente incentivar o uso dos sistemas e tecnologias de proteção passiva contra incêndios de forma efetiva, econômica e integrada aos projetos de segurança contra incêndios.

Além disso,  adquirindo equipamentos para a sua central de alarme, vai ganhar em utilidade e praticidade. Todos os equipamentos serão úteis para prevenir situações de emergência.

Dessa forma, é essencial nos conscientizarmos que não é preciso o perigo acontecer para colocar a prevenção contra o incêndio em prática. Prevenir é antecipar, antever e evitar riscos de acidentes em uma empresa, em uma residência ou em espaços públicos.

A Sécurité tem experiência em fornecer equipamentos exclusivos de segurança eletrônica na área de prevenção e segurança contra incêndio. Além disso, é pioneira na fabricação de sistemas em LED.

A história da empresa está consolidada no mercado de equipamentos contra incêndio há mais de 45 anos. Entre em contato com um dos nossos vendedores para saber mais.